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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

prosa poetica

Eu vejo um anjo luminoso como sol de primavera, e Pena de bico escrever na pedra até racha na ferida deixada na cicatriz escrita na estrela"eu te amo" para acender o fogo, fazendo raspada no fósforo até sair forno de acender ardente no olho, é como fazer barbear de sente calor de raspada até depilação para fica liso como gelo liso ao cabelo liso a fio de seda encantadora, isso é comovente na comoção inspira dor.

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